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sábado, 26 de novembro de 2016

SOMENTE A DEUS GLÓRIA

Presbitério de Santos - PRST

Usamos a frase glória de Deus com tanta frequência que ela tende a perder sua força bíblica. Mas essa glória, como o sol, não é menos ardente - e não menos benéfica - porque as pessoas a ignoram. No entanto, Deus odeia ser ignorado. “Considerai, pois, nisto, vós que vos esqueceis de Deus, para que não vos despedace, sem haver quem vos livre”. (Salmo 50:22). Então, vamos nos concentrar novamente na glória de Deus. O que é a glória de Deus e quão importante ela é?

O que é a glória de Deus?
A glória de Deus é a santidade de Deus colocada em exposição. Isto é, o valor infinito de Deus manifestado. Perceba como Isaías muda de “santo” para “glória”: “E clamavam uns para os outros, dizendo: Santo, santo, santo é o SENHOR dos Exércitos; toda a terra está cheia da sua glória”. (Isaías 6:3). Quando a santidade de Deus enche a terra para que as pessoas vejam, ela chama-se glória.
O significado básico de santo é “separado do comum”. Assim sendo, a santidade de Deus é a sua infinita “separação” de tudo o que é comum. É isso que o faz ser o único infinito - como o diamante mais raro e mais perfeito do mundo - só que não existem outros deuses-diamantes. A singularidade de Deus como sendo o único Deus - Sua “Divindade” - o faz infinitamente valioso e santo.
Ao falar da glória de Deus, a Bíblia admite que este valor infinito teve sua entrada na criação. Brilhou, assim como era. A glória de Deus é o resplendor da sua santidade, a irradiação do seu valor infinito. E quando ela flui, é vista como bela e grandiosa. Ela tem tanto a qualidade de ser infinita quanto a magnitude. Desta forma, podemos definir a glória de Deus como a beleza e a grandeza da sua multiforme perfeição.
Digo “multiforme perfeição”, porque a Bíblia diz que aspectos específicos do ser de Deus contêm glória. Por exemplo, lemos sobre a “gloriosa graça” (Efésios 1:6) e “a glória do seu poder” (2 Tessalonicenses 1:9). O próprio Deus é glorioso, pois ele é a perfeita união de todas as suas multiformes e gloriosas perfeições.
Mas esta definição deve ser qualificada. A Bíblia também fala da glória de Deus antes de ser revelada na criação. Por exemplo, Jesus orou: “e, agora, glorifica-me, ó Pai, contigo mesmo, com a glória que eu tive junto de ti, antes que houvesse mundo” (João 17:5). Portanto, quero sugerir a seguinte definição: A glória de Deus é o esplendor externo da beleza intrínseca e grandeza da sua multiforme perfeição.
Estou ciente de que palavras apontam para uma definição muito pobre. Eu substituí uma palavra inadequada-glória-por duas palavras inadequadas - beleza e grandeza. No entanto, Deus se revelou a nós em palavras como “a glória de Deus”. Portanto, elas não são palavras sem sentido.
Devemos constantemente nos lembrar de que estamos falando de uma glória que está além de qualquer comparação na criação. “A glória de Deus” é como designamos a beleza e a grandeza infinita da Pessoa que existia antes de qualquer coisa. Essa beleza e grandeza existem sem origem, sem comparação, sem analogia, sem serem julgadas por qualquer critério externo. A glória de Deus é definitiva, o padrão absolutamente original de grandeza e beleza. Toda a grandeza e beleza criadas vêm dela e aponta para ela, mas não podem reproduzi-la de forma adequada e em sua abrangência.
“A glória de Deus” é uma forma de dizer que há uma realidade objetiva e absoluta para a qual apontam todas as maravilhas, respeito, veneração, louvor, honra, elogio e adoração dos seres humanos. Nós fomos feitos para encontrar o nosso mais profundo prazer em admirar o infinitamente admirável - a glória de Deus. Essa glória não é a projeção psicológica do desejo humano insatisfeito sobre a realidade. Pelo contrário, o desejo inconsolável do ser humano é a evidência de que fomos feitos para a glória de Deus.

Quão central é a glória de Deus?
A glória de Deus é o objetivo de todas as coisas (1 Coríntios 10:31;Isaías 43:6-7). A grande missão da Igreja é declarar a glória de Deus entre as nações. “Anunciai entre as nações a sua glória, entre todos os povos, as suas maravilhas”. (Salmo 96:1-3; Ezequiel 39:21; Isaías 66:18-19).

Qual é a nossa esperança?
Nossa máxima esperança é ver a glória de Deus. “E gloriamo-nos na esperança da glória de Deus” (Romanos 5:2). Deus irá “vos apresentar com exultação, imaculados diante da sua glória” (Judas 24). Ele irá “conhecer as riquezas da sua glória em vasos de misericórdia, que para glória preparou de antemão” (Romanos 9:23). Jesus, em toda a sua pessoa e obra, é a encarnação e revelação máxima da glória de Deus (João 17:24; Hebreus 1:3).
Além disso, não somente veremos a glória de Deus, mas também teremos participação, em algum sentido, em sua glória. “Rogo, pois, aos presbíteros que há entre vós, eu, presbítero como eles, e testemunha dos sofrimentos de Cristo, e ainda co-participante da glória que há de ser revelada” (1 Pedro 5:1). “Aos que justificou, a esses também glorificou” (Romanos 8:30). A esperança que é verdadeiramente conhecida e estimada tem um efeito decisivo sobre os nossos valores, escolhas e ações hoje.

Valorizando a Glória de Deus
Conheça a glória de Deus. Estude a glória de Deus, a glória de Cristo. Estude sua alma. Conheça as glórias pelas quais você é seduzido e porque você valoriza glórias que não são a glória de Deus.
Estude a sua própria alma para saber como fazer as glórias do mundo desmoronarem como Dagom, em pedaços miseráveis, ??no chão dos templos do mundo (1 Samuel 5:4). Tenha fome de ver e compartilhar mais da glória de Cristo, a imagem de Deus.

Texto de John Piper.
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Disponível em: <http://www.ministeriofiel.com.br/artigos/detalhes/610/Soli_Deo_Gloria>. Acesso em: 26/11/16.
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domingo, 6 de novembro de 2016

67ª REUNIÃO ORDINÁRIA: ISSO É PRST!

Depois de quase um dia em Concílio, ocorrido em 05/11/16 na 1ª Igreja Presbiteriana de Santos, é necessário que tenhamos coração grato: configuramos o PRST em busca de nos preparar para os enfrentamentos e às conquistas que virão.
Eu sei que você também sentiu que houve momento em que parecia haver somente silêncio e outro momento que parecíamos buscar adivinhar o futuro!
Sem sábia direção, não existe futuro: Deus abençoe o nosso presidente, o Rev. Milton Ribeiro!
Na multidão de conselheiros, a sabedoria nos mostra quando o tempo oportuno é chegado: Deus assista a todos os membros do PRST!
Que sejam bem-vindos os resultados de nossas decisões realizadas em sinceridade diante de Deus e de nós mesmos!
Minha gratidão a Deus por tê-lo por perto nesse momento: você presbítero e pastor. Cada um de vocês são os notáveis do Senhor para esse momento!
Minha gratidão pelo atendimento de todos à convocação, pela presença cordial e pela contribuição para que a 67ª RO/PRST fosse o triunfo da graça de Deus entre nós.
Minha gratidão a Deus por termos mais um licenciado entre nós, o nosso irmão Albertino José. Que maravilha!
Minha gratidão à 1ª Igreja Presbiteriana de Santos pelo acolhimento e ao seu pastor, o Rev. Ismar de Oliveira, por atende nossas solicitações em questão de logística.
Isso é obra de Deus! Essa é a minha e a sua obra!
Isso é PRST: o Evangelho, a igreja e a glória de Deus!

Um abraço,

Rev. Lucas Guimarães - SE/PRST.

Rev. Milton Ribeiro conduzindo a devocional.

        

        
 O plenário da 67ª RO/PRST reunido: 15 pastores e 07 presbíteros representantes.

 O irmão Albertino José dos Santos Neto em sermão de prova com vista à licenciatura ao Sagrado Ministério.
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sábado, 5 de novembro de 2016

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

DA GRANDE OMISSÃO PARA A GRANDE COMISSÃO

Presbitério de Santos - PRST

Imagine que seu vizinho está sempre tendo problemas com o carro dele. Você pode concluir, talvez corretamente, que ele fez um mau negócio. Mas se você descobrisse que, de vez em quando, seu vizinho mistura água na gasolina, com certeza não culparia o carro ou o fabricante pelos problemas mecânicos. Diria que o carro não foi feito para funcionar sob as condições impostas pelo proprietário. E, sem dúvida, aconselharia seu vizinho a usar apenas o combustível apropriado. É possível que, depois de alguns ajustes, o carro voltasse a funcionar bem.
Devemos abordar as decepções atuais sobre a caminhada com Cristo de maneira semelhante. Ela também não foi feita para funcionar com qualquer tipo de “combustível”. Se estamos completamente parados ou andando apenas aos solavancos, e porque não estamos nos dedicando a essa caminhada o suficiente para permitir que eia assuma o controle de toda nossa vida. Talvez ninguém tenha nos explicado o que devemos fazer. Talvez não saibamos bem qual é “nossa parte” na vida eterna. Ou talvez tenhamos aprendido a “fé e prática” de algum grupo, e não os princípios de Jesus. Ou, ainda, talvez tenhamos ouvido algo que está de acordo com os ensinamentos de Jesus, mas tenhamos interpretado incorretamente (um dilema que costuma gerar excelentes fariseus ou “legalistas”— um modo de vida muitíssimo difícil). Ou talvez acreditemos que o preço a ser pago para andarmos no "Caminho" é alto demais e estejamos tentando economizar (completando o tanque de combustível com a “água” do moralismo ou da religião de vez em quando).
Sabemos que o “carro” do cristianismo pode funcionar, e muito bem, em circunstâncias de todo tipo. Vemos isso — ou, pelo menos, quem assim o deseja pode ver — quando deixamos de lado as caricaturas e apresentações parciais e olhamos para o próprio Jesus e para suas várias manifestações em acontecimentos e personalidades ao longo da história e em nosso mundo atual. Ele é, simplesmente, o ponto mais brilhante do cenário humano. Não há concorrência. Até mesmo os anticristãos julgam e condenam os cristãos de acordo com a pessoa e as palavras de Jesus. ele não está 3 escondido, mas deve sempre ser buscado para que possamos perceber sua presença manifesta em nosso mundo. Isso faz parte de seu plano e visa a nosso próprio bem. Se o buscarmos, ele com certeza nos encontrará e, então, nós também o encontraremos de maneira mais profunda. Essa é a existência bem-aventurada do discípulo de Jesus que não cessa de crescer “na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo” (2Pe 3:1 8).
Mas é justamente esse o problema. Quem, dentre os cristãos de hoje, é um discípulo de Jesus, em qualquer sentido substantivo do termo "discípulo"? Um discípulo é um aluno, um aprendiz — um praticante, mesmo que iniciante. O Novo Testamento — que deve ser nosso princípio norteador no Caminho com Cristo, deixa isso claro. Nesse contexto, os discípulos de Jesus são pessoas que não apenas adotam e professam certas ideias como também aplicam sua compreensão crescente da vida no reino dos céus a todos os aspectos de sua vida na terra.
Contrastando com isso, a suposição dominante entre os cristãos professores de hoje é de que podemos ser “cristãos” para sempre sem jamais nos tornarmos discípulos — nem mesmo no céu, pois, afinal, que necessidade teremos de ser discípulos no porvir? Onde quer que estejamos, podemos ver que esse e o ensinamento corrente. E essa é (com suas várias consequências) a Grande Omissão da “Grande Comissão”, em que a Grande Disparidade se encontra firmemente arraigada. Enquanto a Grande Omissão continuar a ser permitida ou nutrida, a Grande Disparidade florescerá — tanto na vida de indivíduos quanto em grupos e movimentos cristãos. Logo, se cortarmos a raiz da Grande Omissão, a Grande Disparidade murchara, como foi o caso tantas vezes no passado. Não é preciso lutar contra ela. Basta parar de alimentá-la.
Jesus nos disse claramente o que devemos fazer. Temos um manual, como o do proprietário de um carro. Ele nos disse que, como discípulos, devemos fazer discípulos — e não convertidos ao cristianismo ou a um tipo específico de "fé e prática". Ele não ordenou que providenciássemos para que as pessoas pudessem “entrar no céu” ou “ter parte nos benefícios” depois da morte, nem que eliminássemos as diversas formas brutais de injustiça, tampouco que criássemos e mantivéssemos igrejas “bem-sucedidas”. Todas essas coisas são boas, e ele falou sobre cada uma delas. Com certeza se concretizarão se — e apenas se— formos (seus aprendizes constantes) e fizermos (outros aprendizes constantes) aquilo que ele ordenou que fôssemos e fizéssemos. se nos ativermos a isso, não importará muito o que mais faremos ou deixaremos de fazer.

Uma vez que nós, seus discípulos, tivermos ajudado outros a se tornarem discípulos (de Jesus, e não nossos), poderemos reuni-los em situações da vida diária, sob a presença sobrenatural da Trindade, formando um novo tipo de unidade social nunca antes visto na terra. Esses discípulos são os seus “chamados”, sua ecclesia. Sua “caminhada” já se dá “nos céus” (Fp 3:20), pois os céus estão operando onde quer que nos encontremos (Ef 2:6). São essas pessoas que podem ser ensinadas a "obedecer a tudo o que eu lhes ordenei" (Mt 28:20). Ao se tornarem alunos ou aprendizes de Jesus, elas concordaram em ser ensinadas, e temos disponíveis os recursos para que isso possa acontecer de forma metódica. O resultado é sempre a vida que "excede todas as expectativas”.

Texto de Dallas Willard. Extraído do livro "A grande omissão" publicado pela editora Mundo Cristão.
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