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segunda-feira, 26 de setembro de 2016

IGREJA VITÓRIA: CULTO DE AÇÃO DE GRAÇAS

Presbitério de Santos - PRST

No dia 11 de outubro de 2008, Deus deu a oportunidade de inaugurar o templo da Igreja Vitória no Bairro Sítio do Campo (Tude Bastos) em Praia Grande/SP. Desde esse dia, a Igreja olha para esse evento como a pedra Ebenézer (que significa "Até aqui nos ajudou o Senhor") e, através de culto de ação de graças, testemunha o que fez o Senhor.
Você é convidado para participar com a Igreja Vitória desse momento no dia 08/10/16 às 19h00. O preletor será o Rev. Daniel Yang da Igreja Presbiteriana Emanuel (São Paulo).
Para mais informações, acesse o blog da igreja: www.igrejavitoria.com.br
Deus abençoe a Igreja Vitória!

Rev. Lucas Guimarães - SE/PRST.
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segunda-feira, 19 de setembro de 2016

O QUE ESPERÃO DOS PASTORES: AS PALAVRAS NÃO DITAS

Presbitério de Santos - PRST

As expectativas sobre o pastor são muitas. Todavia, existe algo essencial nessas expectativas que pode fazer com que o pastor redirecione seu coração para vivenciar sua vocação conforme a vontade de Deus. No texto abaixo, o escritor e teólogo Eugene Peterson nos ajuda (como pastor) a ouvir as sinceras palavras que soam dos anseios do povo de Deus em direção ao nosso coração e ajuda a igreja a fazer soar as palavras que prenda o pastor ao mastro da Palavra e dos Sacramentos. Boa leitura e reflexão!


Ministrando como pessoas separadas

“A definição aprendida pelos pastores, que nos foi dada em nossa ordenação, é que a tarefa pastoral é um ministério da Palavra e do sacramento (ordenanças).
Palavra. Nas ruínas, todas as palavras soam como “simples palavras”.
Sacramento (ordenanças). Nos destroços, que diferença faz molhar um pedaço de pão, tomar um gole de vinho?
Todavia, século após século, os cristãos continuam a separar certas pessoas em suas comunidades, dizendo: ‘Você é nosso pastor, ajude-nos a nos assemelhar a Cristo’.
É verdade que as suas ações irão muitas vezes manifestar expectativas diferentes, mas nas regiões mais profundas da alma, o desejo silencioso delas é por algo mais do que alguém desempenhando um trabalho religioso. Se as palavras não-ditas fossem pronunciadas, soariam assim:
‘Queremos que você seja responsável por dizer e representar entre nós aquilo que cremos sobre Deus, o Reino e o Evangelho. Cremos que o Espírito Santo está entre nós e em nós. Cremos que o Espírito de Deus continua a pairar sobre o caos do mal deste mundo e do nosso pecado, moldando uma nova Criação e novas criaturas. Cremos que Deus não é um espectador, às vezes divertido e às vezes alarmado com os destroços da história mundial, mas, um participante.
Cremos que o invisível é mais importante que o visível em qualquer momento e em qualquer evento que decidamos examinar. Cremos que tudo, especialmente tudo que parece destroço é material que Deus está usando para criar uma vida de louvor.
Cremos tudo isto, mas não vemos. Vemos, como Ezequiel, esqueletos desmembrados, brancos sob o sol impiedoso da Babilônia. Vemos uma porção de ossos que antes haviam sido crianças rindo e dançando, adultos que expunham suas dúvidas e cantavam louvores na igreja – e pecavam. Não vemos os dançarinos, os enamorados ou os cantores – só vislumbres fugidios deles. O que vemos são ossos. Ossos secos. Vemos pecado e julgamento sobre o pecado. É isso o que parece. Parecia assim a Ezequiel; parece assim para quem quer que tenha olhos para ver e cérebro para pensar; e parece assim para nós.
Mas cremos em algo mais. Cremos que esses ossos vão reunir-se, transformando-se em seres humanos com nervos e músculos, que falam, cantam, riem, trabalham, creem e bendizem o seu Deus. Cremos que aconteceu da maneira como Ezequiel pregou e cremos que ainda acontece. Cremos que aconteceu em Israel e que ocorre na Igreja. Cremos que somos parte do acontecimento enquanto cantamos louvores, ouvimos a Palavra de Deus, recebemos a nova vida de Cristo nos sacramentos. Cremos que a coisa mais significativa que acontece ou pode acontecer é que não estamos mais desmembrados, mas unidos ao corpo ressurreto de Cristo.
Precisamos de ajuda para manter nossa fé viva, precisa e intacta. Não confiamos em nós mesmos. Nossas emoções nos atraem para a infidelidade. Sabemos que nos aventuramos num ato perigoso e difícil de fé e que existem influências fortes, desejosas de dissolver ou destruir essa fé. Queremos que nos ajude. Seja nosso pastor, um ministro da Palavra e dos sacramentos em todas as diferentes partes e estágios de nossas vidas – em nosso trabalho e recreação, com nossos filhos e nossos pais, no nascimento e na morte, em nossas celebrações e tristezas, naqueles dias em que a manhã se inicia com um sol radiante, e naqueles dias em que o tempo está sombrio. Esta não é a única tarefa na vida de fé, mas é a sua tarefa. Encontraremos outra pessoa para fazer as outras tarefas importantes e essenciais. Esta é a sua tarefa: Palavra e sacramento (ordenanças).
Mais uma coisa: Vamos ordená-lo para este ministério e queremos sua palavra de que vai manter-se nele. Este não é um trabalho temporário, mas um estilo de vida que precisamos que seja vivido em nossa comunidade. Sabemos que você faz parte da mesma aventura difícil de fé, no mesmo mundo perigoso em que vivemos. Sabemos que as suas emoções são tão instáveis quanto as nossa e sua mente é tão ardilosa quanto a nossa. É por isso que vamos ordená-lo e exigimos uma promessa sua: Sabemos também que haverá dias e meses, talvez anos, quando não teremos vontade de crer em nada e não queremos ouvir nada de você. Sabemos que haverá dias e meses, talvez anos, quando você não terá vontade de dizer nada. Não faz mal. Faça isso. Você está ordenado para este ministério, comprometido com ele.
Haverá épocas em que iremos a você em comitê ou delegação e exigiremos que nos diga algo além do que estamos lhe dizendo agora. Prometa neste momento que não cederá ao que estamos exigindo de você. Você não é ministro de nossos desejos inconstantes, ou da compreensão condicionada ao tempo das nossas necessidades, ou de nossas esperanças secularizadas de algo melhor. Com esses votos de ordenação estamos prendendo você com toda força ao mastro da Palavra e do sacramento, de modo que não poderá atender à voz da sereia.
Há muitas outras coisas a serem feitas neste mundo em escombros e vamos estar fazendo pelo menos algumas delas, mas se não soubermos as realidades básicas com as quais estamos tratando – Deus, reino, evangelho vamos terminar vivendo vidas fúteis, fantasiosas. Sua tarefa é continuar contando a história básica, representando a presença do Espírito, insistindo na prioridade de Deus, falando as palavras bíblicas de comando, promessa e convite’.
Isso, ou algo bem parecido com isso, é o que ouço a igreja dizer aos indivíduos que ordena como pastores, mesmo quando as pessoas não conseguem articular as palavras”.

Texto de Eugene Peterson, no livro O Pastor Contemplativo.
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Disponível em: <http://www.monergismo.com/textos/pastores/igreja_espera_pastor_eugene.htm>. Acesso em: 19 de set. 2016.
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terça-feira, 13 de setembro de 2016

IGREJA: POR AMIZADES QUE CURAM

Presbitério de Santos - PRST

O texto a seguir é adaptação de trechos do livro Conexão e O lugar mais seguro da terra, de Larry Crabb. Ele trata da possibilidade de a igreja ser um espaço onde as amizades espirituais ajudam no resgate das pessoas.

Conexão
Tenho fortes razões para suspeitar que os cristãos que participam obedientemente das reuniões da igreja, para quem “ir à igreja” significa desenvolver uma variedade de atividades espirituais, têm em si recursos que, postos em ação, poderiam curar de modo miraculoso corações partidos, superar o dano causado por passados de violência, incentivar os deprimidos a avançar corajosamente, estimular os solitários a buscar amigos, revitalizar com energia nova e santa crianças e adolescentes abatidos e infundir esperança na vida de inúmeras pessoas que se sentem rejeitadas, sós e inúteis. Talvez “ir à igreja”, mais do que qualquer outra coisa, signifique relacionar-se com várias pessoas diferentemente. Talvez o objetivo principal da comunidade cristã seja conectar-se a algumas pessoas.
O segredo é entender que Deus colocou nutrientes espirituais específicos na vida de cada pessoa, algo mais poderoso do que tudo o que existe de mau no coração humano, mas que raramente é liberado. Para partilhar esses nutrientes uns com os outros, é preciso que ocorra um tipo especial de intercâmbio pessoal que chamo conexão. Muito mais profunda que o contato normalmente superficial e dissimulado que costumamos chamar “comunhão”, a conexão permite que um ser humano verta no outro algo que tem o poder de curar as feridas mais profundas da alma, restabelecendo-lhe a saúde.
Por que esse fenômeno ocorre tão raramente? Em primeiro lugar, porque não cremos nele e não refletimos muito sobre o assunto. Em segundo, porque as igrejas, em sua grande maioria, não são comunidades espirituais.

Uma Comunidade de Pessoas Aflitas
Paradoxalmente, uma comunidade espiritual é justamente aquela na qual as pessoas reconhecem sua condição de aflitos. Precisamos entender que aflição é uma condição, algo que está sempre ali, por debaixo da superfície, cuidadosamente escondida enquanto se tenta manter uma fachada de normalidade. Vivemos em aflição. Só que nem sempre a percebemos em nós mesmos ou nos outros. Além disso, preferimos estar emocionalmente intactos a aflitos. Isso nos leva a camuflar nossas aflições e a escondê-las, até de nós mesmos. Eis a razão de a comunidade espiritual ser tão rara.
Uma tarefa fundamental da comunidade é criar um lugar suficientemente seguro para que os muros sejam derrubados, para que cada um de nós reconheça e revele a sua própria aflição. Somente então a força da conexão pode realizar seu trabalho. Somente então a comunidade pode ser usada por Deus para curar nossa alma.
A comunidade espiritual é formada por pessoas que têm a integridade de abrir o coração. Tudo é invertido em relação à ordem do mundo. É nossa fraqueza, não nossa competência, que leva os outros adiante; nossos pesares, não nossas bênçãos, que derrubam as barreiras do medo e da vergonha que nos mantêm separados; as faltas que admitimos, não os sucessos que alardeamos, que nos unem na esperança.
Todos nós temos feridas. Se cada um de nós for impiedosamente sincero sobre o que acontece em nosso coração, isso nos levará à aflição. Numa comunidade espiritual, as pessoas não conversam meramente sobre as feridas e aflições. Elas se arriscam e expõem os detalhes, não para todos, mas ao menos para uma outra pessoa. Não é apenas uma questão de lamber nossas feridas, mas de buscar uma solução.
Fazer isso é apavorante. Parece um ato de imensa fraqueza, tão desnecessário, tão mórbido e severo. Pior, para muitos admitir a aflição significa admitir também um relacionamento sofrível com Deus. Muitas vezes, ouvimos dizer que a aflição é o caminho para um relacionamento mais profundo com Deus, mas raramente vemos exemplos disso. Às vezes, penso que queremos que os outros acreditem que conhecemos a Deus demonstrando o quanto somos firmes.
O impulso de não arriscar é forte. O ímpeto que temos de nos proteger, de manter nossas mágoas fora de vista para que ninguém possa piorá-las é o ímpeto mais forte em nosso coração. E assim permanecerá até que vivenciemos certo tipo de relacionamento, até que encontremos o Cristo crucificado e ressurreto, até que conheçamos uma pessoa como Cristo, alguém aflito, mas belo, vulnerável e com o coração aberto.
O afago de uma alma viva que se derrama em puro amor é o que define a verdadeira conexão, que só acontece quando temos a confiança de que o repugnante e o conflituoso não vão pôr fim a um relacionamento, confiança que nasce de outra confiança ainda mais forte: o que há de mais profundo dentro de nós não é aflição, mas beleza, a verdadeira beleza de Cristo.

Enfrentando os Conflitos
Se ninguém se mostrar aflito o bastante para desfrutar do amor de Deus e partilhá-lo também, as nossas comunidades jamais se tornarão espirituais. Os conflitos inevitáveis que acabam eclodindo em todo relacionamento nos levarão a tomar direções não-espirituais, nos conduzirão a relacionamentos que dispensam o Espírito.
A comunidade espiritual depende de recursos espirituais e por uma boa razão. Todo relacionamento humano, especialmente aqueles em que os participantes desejam vivenciar uma profunda proximidade, depara com importantes conflitos. E simplesmente não há como superar o conflito e chegar à verdadeira conexão sem o poder divino. Não há como fazer isso sem dispor na alma de uma energia fornecida por Deus, uma energia mais forte e melhor do que a energia que já está ali alimentando o conflito.
As comunidades espirituais compreendem isso. Compreendem que a presença do conflito não define a comunidade espiritual, assim como a ausência de conflito não é prova de comunidade espiritual. A diferença entre comunidade espiritual e não-espiritual não está na existência ou não de conflitos, mas na nossa atitude diante deles e no nosso modo de lidar com eles. Quando os conflitos são vistos como uma oportunidade de aproveitar mais plenamente os recursos espirituais, então temos as potencialidades de uma comunidade espiritual.
O conflito está latente em todo relacionamento a cada momento. Ele simplesmente espera um estímulo para entrar em cena. As paixões egoístas, aquelas que quando liberadas geram conflitos, estão em todos nós, fervilhando debaixo da nossa casca de sociabilidade. Entre elas estão as tendências de não arriscar, de exigir conforto ou atenção, de se concentrar nas feridas abertas mais do que na oportunidade de se doar, de exigir uma plenitude imediata que Deus nem sempre concede.
Na comunidade espiritual, essas paixões se enfrentam pela aceitação de um amigo espiritual. Esse amigo as enxergam, detesta-as e pode até repreendê-las, quando se sente magoado por elas, e pode revelar isso em palavras. Contudo, ele vê, além da feiura de todos aqueles motivos egoístas que geram conflitos, a absoluta bondade oculta ali debaixo, uma bondade que foi posta ali por Deus.
Numa comunidade não-espiritual, escondemos os conflitos atrás de sociabilidade. Recanalizamo-los e os transformamos em cooperação para bons projetos, nos quais ímpetos censuráveis se tornam zelo elogiável. Atenuamos a dor que sentimos por causa do conflito, lançando mão do consolo para torná-la menos aguda. Se o conflito for especialmente grave, resolvemos nossas questões pelo aconselhamento. Ou então deixamos que pressões conformadoras tentem conter esse nosso lado feio com renovados esforços para melhorar.
Porém, precisamos na verdade de amigos espirituais, pessoas aflitas que nos darão a segurança de ficar aflitos, pessoas interessadas que querem que vivamos bem e creem que podemos viver bem, pessoas caridosas que põem dentro de nós a vida que receberam de Deus, pessoas de visão que enxergam o Espírito, modelando-nos à semelhança de Cristo. Sem elas concordamos em aceitar bem menos que isso.
Chega de imitarmos a verdadeira amizade espiritual e de fazermos substitutos da real orientação espiritual. Precisamos mergulhar no mundo incontrolável e confuso dos relacionamentos, admitir nosso fracasso, identificar nossas tensões, explorar nossas falhas. Precisamos nos transformar na resposta à oração de nosso Senhor, pois ele orou para que nos tornássemos um, como ele e o Pai são um.
Já é tempo de edificar a igreja, uma comunidade de pessoas que se refugiam em Deus e encorajam umas às outras a jamais fugirem em busca de outro socorro, uma comunidade de amigos que sabem que a única maneira de viver neste mundo é se dedicando à vida espiritual – a nossa vida com Deus e com os outros. Não será fácil, mas valerá a pena. Está em jogo o nosso impacto sobre o mundo.

Comunidade Espiritual
A presença de relacionamentos conflituosos é enfrentada com amizade espiritual (tratamento da alma). A presença de relacionamentos conflituosos é enfrentada com amizade espiritual (tratamento da alma) e, se necessário, orientação espiritual (cura da alma) caracterizada pela dependência do Espírito (ouvir Deus por meio da Palavra e do Espírito).

Comunidade Não-espiritual
A presença de relacionamentos conflituosos é controlada por relacionamentos cooperativos/relacionamentos consoladores e, se necessário, relacionamentos aconselhadores ou relacionamentos conformadores caracterizada pela confiança na carne (resolver as coisas com quaisquer meios disponíveis).

__________


Disponível em: <https://www.revistaimpacto.com.br/biblioteca/comunidade-espiritual-quando-e-e-quando-nao-e/>. Acesso em: 13 de jun. 2016.
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sábado, 3 de setembro de 2016

IP MANANCIAL: DEUS PROVERÁ!


A Comissão Executiva do PRST esteve reunida no dia 02 de setembro de 2016, em caráter de urgência, para tratar sobre venda do imóvel que a Igreja Presbiteriana Manancial mantinha contrato de aluguel.
A Igreja Presbiteriana Manancial, que tem como pastor atual o Rev. Carlos Esteves, desde sua organização mantinha contrato de aluguel. Através do Conselho da igreja, fomos informados da venda do imóvel. O mesmo solicitou reunião para tratar desse ocorrido, sendo atendido imediatamente pelo presidente do PRST, o Rev. Milton Ribeiro.
Mesmo dando preferência à igreja, não foi possível que se efetuasse a compra do imóvel devido o valor cobrado.
Na reunião, o Conselho da IP Manancial apresentou proposta de compra de terreno nas proximidades do endereço atual. A CE/PRST, diante da possibilidade, aprovou disponibilizar oferta equivalente a quase um terço do que é necessário para efetivar a compra do terreno para futura construção do templo da IPM.
Que em nossas orações coloquemos esse empreendimento nas mãos de Deus. Que o Senhor levante igrejas e pessoas para ajudar a IPM na aquisição do terreno e da construção do novo templo.
Nossa gratidão a Deus pela direção e providência que se percebe na condução desse empreendimento de fé.

Em esperança no Senhor!

Rev. Lucas Guimarães - SE/PRST
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