Informativo da Secretaria Executiva do PRST

Presbitério de Santos

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quinta-feira, 28 de julho de 2016

IGREJA: CONHECER PARA SER (II)

Presbitério de Santos - PRST

No nosso último estudo, falamos sobre a Igreja Visível e a Igreja Invisível. Agora vamos adentrar nas marcas ou sinais que qualificam essas duas realidades da igreja. Primeiramente, vejamos as marcas da Igreja Invisível:
1. UNIDADE – Essa unidade é caracteristicamente espiritual. É a unidade do corpo, o corpo místico de Jesus Cristo, de que todos os crentes são membros. Essa marca se impõe na Igreja Visível através da realidade da unidade vivenciada: uma só fé, do só Senhor, um só Espírito e um só Batismo. Isso mostra que a Igreja Visível e a Igreja Invisível não são realidades paralelas, mas parte da mesma realidade. A Igreja Visível encontra-se a caminho de sua expressão máxima: que é a Igreja Invisível. E a Igreja Invisível encontra-se em sua expressão presente: a vivência do Evangelho pela Igreja Visível. Na semente, encontra-se a grande árvore! Estamos sendo germinados pelo Espírito Santo. Revelando a cada dia o que seremos em plenitude.
2. SANTIDADE – A Igreja Visível é formada por “santos mais ainda não perfeitos”, ou melhor, “santos a caminho da perfeição”. Em Cristo, somos santos. Em novidade de vida, temos santidade. Essa é a expressão em nós da Igreja Invisível. Muitos ficam confusos com essa realidade. Outros consideram um absurdo alguém se declarar “santos”. Eles consideram o termo “santo” como sinônimo de “perfeição”. A santidade da igreja visível é a expressão da Igreja Invisível que somos. Visivelmente a santidade se revela como vida devotada a Deus. É a Igreja Invisível se impondo sobre nossa pecaminosidade e nos conduzindo a sermos a Igreja Visível do Senhor.
3. CATOLICIDADE – A Igreja em todo lugar e de todo lugar e de todas as épocas como expressão da fé verdadeira de forma a gerar identidade, comunhão e confissão. Jamais prisioneira de instituições, nação, governo ou movimento. Mas transformadora de instituições, nações, governos ou movimentos.
Quanto a Igreja Visível, ela deve possuir as seguintes marcas ou sinais:
1. PREGAÇÃO VERDADEIRA DA PALAVRA DE DEUS – Isso não significa que não se possa encontrar algum erro de interpretação. Caso ocorra, a Bíblia deve ser o arbitro para o retorno a fiel exposição. Significa, contudo, que a Igreja está comprometida em pregar de forma fiel as verdades fundamentais de forma a promover a verdadeira fé e prática cristã. Essas verdades estão contidas na Palavra. A fiel pregação da Palavra requer fidelidade à Palavra.
2. ADMINISTRAÇÃO CORRETA DOS SACRAMENTOS – Isso significa que os Sacramentos devem ser ministrados em concordância com a Palavra e juntamente com a Palavra. Os Sacramentos do Batismo e da Ceia do Senhor devem ser administrados por legítimos ministros da Palavra de acordo com a instituição divina e somente aos crentes e a seus filhos. Era a marca da Igreja Primitiva e deve ser nossa marca hoje.
3. O EXERCÍCIO FIEL DA DISCIPLINA – É muito estranho que muitos tentem fugir dessa marca característica da Igreja. Se a igreja é o rebanho do Senhor, não se pode imaginar que o cajado do pastor não esteja sob a ovelha desobediente. Conheço pessoas que foram disciplinadas em determinada igreja e recebidas no outro dia em outra. Já presenciei pessoas que são pessoas excelentes até serem repreendidas pela disciplina. No outro dia, mostram-se como maldosas, impertinentes e julgadoras. O pior é quando o disciplinado diz: “Se eu vou sou disciplinado, deveria disciplinar muitos da igreja que se faz de santos”. Esse bloqueou a fonte da graça em sua vida! Vi, contuto, a graça de Deus restaurar vidas através da aceitação da fiel disciplina. O exercício fiel da disciplina é um chamado para a liderança da igreja manter-se atento para o seu cumprimento. Deve disciplinar sim! Por outro lado, o exercício fiel da disciplina pode significar a aplicação da forma correta e bíblica da disciplina: para salvar o pecador e proteger a igreja.
São apenas seis características que se entrelaçam e misturam a Igreja Visível com a Igreja Invisível e tornam os crentes um corpo bem ajustado para a glória de Deus. O mundo olhará e dirá: “Vi Jesus, pois enxerguei sua igreja”!

Rev. Lucas Guimarães

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Texto disponível em: Igreja Vitória
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segunda-feira, 18 de julho de 2016

IGREJA: CONHECER PARA SER (I)

Presbitério de Santos - PRST

No Novo Testamento, a palavra usada para a reunião dos discípulos de Jesus é “Igreja”. Ela foi usada primeiramente por Jesus. Posteriormente, essa palavra adquiriu vários significados:
1. O grupo de cristãos numa localidade definida (igreja local em reunião ou não);
2. Uma igreja doméstica (igreja na casa de alguma pessoa);
3. Todo o conjunto de pessoas que serão ou são reunidas espiritualmente a Cristo como seu Salvador (aqui se percebe a catolicidade, ou seja, universalidade).
Em nenhum momento esses significados expressão estruturas em detrimento da outra ou representam níveis diferentes de comunhão e espiritualidade. A igreja doméstica não deve ser concorrente da igreja local e vice-versa. A comunhão na igreja local não deve ser menos do que em outros espaços. Onde quer que a igreja se encontre, as marcas da comunhão e da fé devem estar presentes. As igrejas domésticas devem ser expressão das igrejas locais e vice-versa. Se não encontramos na Igreja Primitiva qualquer disputa em torno do ser igreja na diversidade de possibilidades (seja de espaço, número de participantes ou estrutura), não deve ser diferente em nossos dias.
Essencialmente, a Igreja é a comunhão invisível e espiritual dos santos (os crentes). Ela inclui os crentes de todas as épocas. Como diz Berkhof: “É o corpo espiritual de Jesus Cristo, destinado a refletir a glória de Deus como esta se manifestou na obra da redenção”. Cada crente, ao participar de sua igreja, deve sentir parte de algo maior e mais extenso. Ele faz parte da igreja que os apóstolos foram membros, que os mártires fez ecoar seu testemunho e que os defensores da fé fizeram do grito do Evangelho a resposta contra o paganismo. Uma nuvem de testemunhas nos rodeia e torce por nós para que levantemos a bandeira da fé com altruísmo, temor e amor.
Além dos significados já destacados, podemos considerar algumas distinções existentes no uso da palavra “igreja”. Vejamos:
1. Igreja Militante e Igreja Triunfante – A igreja militante é a igreja presente. Sua igreja é igreja militante! Estamos empenhados numa guerra contra o maligno. Não é por acaso que vez por outro um cai quando em combate. O inimigo tem força, mas poderoso é Deus para nos fazer levantar. Ore e ajude aos combates dessa igreja que às vezes sucumbem às tentações, lutas e privações. Numa guerra os feridos podem também serem vencedores! Em vez de se escandalizar ao ver um “ferido de guerra” em nosso exército, firme seu coração com esse pensamento: “Realmente o inimigo quer nos abater. Se depender de mim em Cristo Jesus, ele não vencerá e nem derrotará definitivamente o meu irmão”. Já a igreja triunfante é daqueles que já morreram no Senhor. Diz Berkhof: “A igreja no céu, por outro lado, é a igreja triunfante, em que a espada é trocada pela palma da vitória, os gritos de guerra se tornam cânticos de triunfo e a cruz é substituída pela coroa”. Ao pensar nessa igreja, o crente firma seus passos, agarra o escudo da fé e move a espada do Espírito. Sabe que o triunfo é mais além. O caminho até ao céu é percorrido vencendo o diabo!
2. Igreja Visível e Igreja Invisível – O trigo e o joio se misturam. Existem bodes no meio das ovelhas. A verdadeira igreja, que é essencialmente espiritual, o olho humano não pode ver. Então vamos desconfiar do que vemos se ela é mistura? Jamais a certeza de que o trigo e o joio estão presentes em nossa igreja deve produzir desconfiança. Pelo contrário! Devemos olhar para a igreja com os olhos da fé e da esperança em Deus. Até mesmo aquele que podemos considerar como joio em nosso meio, pode ser trigo de Deus. Esse é o chamado da humildade! Aquele que até parece em nosso meio querer um querubim em espiritualidade, pode ser um joio. Esse é um chamado para evitar a vanglória! Olho para a igreja é pela fé vejo somente a Igreja do Senhor. Deus não nos deu a conhece o trigo e o joio antes do Último Dia, pois conhece o nosso coração. Buscaríamos arrancar o joio e destruiríamos o trigal do Senhor. Que o Último Dia me prove o contrário, mas todos os que estão comigo na igreja é para mim a igreja invisível e visível do Senhor! “E por tua imensa graça lá estarei!” – eis a nossa esperança e certeza!
3. Igreja como organismo e Igreja como organização – Isso se aplica a igreja visível. Hoje se percebe pessoas colocando em disputa a igreja organismo contra a igreja organização e vice-versa. Conheço pessoas que são taxativas: “Não quero mais saber de igreja como instituição. Para mim a igreja é organismo”. O coração humano é mesmo enganoso! A Bíblia jamais apresenta tal condição. Ambas as realidades são parte da mesma igreja. Como organização, a igreja torna-se visível nos ofícios, na administração da Palavra e dos sacramentos e no governo eclesiástico. Como organismo, a igreja é a comunhão dos santos em sua vida comunitária e como membros individuais que testemunham a fé em Cristo no mundo. Jamais são indivíduos isolados, folhas secas dadas ao vento e pastores de si mesmos. Foi Jesus quem organizou a igreja em torno dos apóstolos (organização) e foi ele quem a instituiu como comunhão (organismo). Aquele que não se organiza na igreja, não se torna organismo na comunhão da igreja. Sem esse ajuste, não seremos santuário ao Deus vivo!
Concluindo, a Igreja é o grupo dos eleitos que são chamados pelo Espírito de Deus (Igreja Invisível) dentre a comunidade dos que professam a verdadeira fé cristã juntamente com os seus filhos (Igreja Visível).

Rev. Lucas Guimarães
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Texto disponível em: Igreja Vitória
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quarta-feira, 13 de julho de 2016

IPSV INSTITUI SUA LOGOMARCA


A Igreja Presbiteriana de São Vicente (IPSV), membro do PRST, foi organizada em 1959. Em sua história, em terra vicentina, ainda não havia padronizado sua imagem visual (logomarca). A partir desse ano de 2016, a IPSV teve aprovada pelo seu Conselho a sua representação gráfica. Em conversa com o Rev. Vulmar Dutra de Resende, pastor efetivo da igreja, ele declarou que na busca por uma representação que estabelecesse conexão com o simbolismo da chegada dos portugueses, a própria cidade de São Vicente e o significado da Igreja em sua missão na cidade chegou-se ao que se tem na representação: o mar como que esperando a chegada das naus, a Ponte Pênsil - um dos símbolos da cidade e o peixe - símbolo primeiro do Cristianismo.
Nossa esperança é que essa logomarca seja tão marcante e pertinente quanto tem sido a IPSV à cidade de São Vicente quanto ao PRST. Seja Deus abençoador de sua igreja!

Rev. Lucas Guimarães - SE/PRST.

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sábado, 9 de julho de 2016

09/07: DIA DO DIÁCONO


Em nossa Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB), o dia 09 de julho é separado para homenagear os nossos diáconos. Poderíamos chamá-los de "servos dos servos"? Creio que sim. Grande é a missão diaconal. Fazer e ser o que foi o Sumo-Diácono: Jesus Cristo. Ele veio não para ser servido, mas para servir e se tornar modelo para todo aquele que almeja pegar a toalha e enxugar os formosos pés dos amados do Senhor: cada crente que conosco serve ao Mestre.
A todos os nossos diáconos, meu conselho é: sigam a Jesus! É ele o líder de toda diaconia, de todo serviço. Quando vocês servem a igreja, estão não apenas também servindo ao Senhor, mas assumindo a real imagem de Jesus: que é o Diácono do Altíssimo! Que suas mãos sejam as próprias mãos do Senhor Jesus a abençoar a nossa igreja.
Hoje, permitam-me servi-los com minha gratidão, oração e esperança de que o Senhor Deus será abençoador de suas vidas e famílias.
Parabéns! Vocês são os notáveis do Senhor! Vocês são diáconos!

Atenciosamente,

Rev. Lucas Guimarães - SE/PRST.
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quinta-feira, 7 de julho de 2016

O USO DO TERMO REVERENDO

Presbitério de Santos - PRST

Estamos numa época em que os pronomes de tratamento estão em desuso e até não são compreendidos. Fui ensinado a usá-los e me expressar com devido respeito às pessoas. Logo, saiu por ai colocando em prática o que aprendi. Outro dia, ao cumprimentar uma mulher, chamei-a de senhora. Ela, num lance de indignação, respondeu: “Você está me achando velha?” Respondi calmamente: “Não, estou achada-a digna de respeito!” Quanto o respeito é tido como desrespeito, torna-se preocupante o relacionamento humano!
Um termo no nosso meio presbiteriano que é usado para nossos ministros do Evangelho, mas pouco compreendido, é o termo “reverendo”. Se a mulher viu-se indignada com o termo “senhora”, já presenciei pastor presbiteriano com tal lance de indignação. Certa vez, cumprimentei um ministro por reverendo e ele me exortou: “Por favor, me chame de pastor. O termo reverendo é muito forte e formal. Reverência somente a Deus”. Que coisa! Eu não estava de forma alguma em estado de adoração para com ele. Apenas queria iniciar uma conversa!
Acho que é possível esclarecer tudo isso devidamente. Vamos lá!
O termo “reverendo” e “reverendíssimo” são pronomes de tratamento, ou seja, usados para expressar respeito e consideração. Sua origem vem da palavra “reverência”, que é usada para designar uma postura de veneração ou respeito às coisas sagradas. Consequentemente, o “reverendo” é aquele que se respeita por cuidar das coisas que são “reverenciadas”. Ele mesmo não recebe “reverência”, mas o devido respeito que cabe ao cargo. O termo “reverendo” encontra-se ligado ao cargo e não a pessoa em si. Ora, somos considerados “santos” por estarmos ligados ao “Santíssimo” e isso não redunda em sacrilégio!
Tradicionalmente, esse é um termo usado para designar um líder religioso cristão regularmente ordenado pela sua instituição. Tal ordenação é declaração do devido preparo acadêmico e espiritual para o cargo e a licenciatura ao exercício. O respeito é resultado da agregação formal e simbólica desse evento. O uso remonta à Idade Média. Não se percebe questionamentos ao seu uso. Aqueles que são percebidos na atualidade, são movidos por desconhecimento do devido do tratamento às pessoas, falsa piedade e humildade e agressão ao valor da ordenação ao sagrado ministério.
Perceba que não existe nenhuma temeridade no uso desse tratamento. O que pode existir é o desconhecimento do valor do devido tratamento e respeito às pessoas em sua posição social, funcional e religiosa. Quando diante de uma sociedade que decidiu banalizar a autoridade, a dignidade e o devido reconhecimento, o uso do devido tratamento é sempre um chamado ao resgate da ordem, decência e do respeito.
 Vamos concluir. O termo “reverendo” não é nome de cargo e nem ato de adoração (reverência). Ele é um tratamento de respeito para com o ministro do Evangelho regularmente ordenado pela igreja. Seu uso é devido, pois se resgata a forma tradicional e necessária de reconhecer devidamente as pessoas a partir do cargo, condição social e religiosa. Também por servir de educação à juventude e às crianças no quesito respeito às pessoas. Se o filho perguntar: “Pai, porque o pastor é chamado de reverendo”? O pai responderá: “Meu filho, porque devemos mostrá-lo respeito, tal como você deve chamar os adultos de senhor ou senhora”.
Não existe nenhuma disputa entre o uso do termo “pastor” e “reverendo”. Enquanto o termo “pastor” designa função/cargo, o termo “reverendo” diz respeito ao tratamento dado ao ocupante desse cargo. Sendo assim, o uso apropriado do termo “reverendo” se aplica às condições dos demais termos de tratamento (em formalidades e no uso comum). Se eu falo para uma pessoa mais intima: “Você vai viajar?”, ao pastor eu diria: “O reverendo vai viajar?” Assim, como perguntaria a uma pessoa fora do meu círculo íntimo: “A senhor vai viajar?”
É claro que se usa muitas vezes o termo reverendo como sinônimo de pastor. Nada contra. Minha divergência é contra a suspeita ao seu uso!

Rev. Lucas Guimarães
Secretário Executivo do PRST
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segunda-feira, 4 de julho de 2016

SECRETÁRIO EXECUTIVO DO PRST VISITA A IP MANANCIAL

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No último domingo, 03/07/16, o secretário do PRST esteve em visita à Igreja Presbiteriana Manancial. Além de cumprir agenda do PRST, o rev. Lucas Guimarães proferiu a palavra no Culto de Santa Ceia. A partir do texto bíblico na carta de Paulo aos Coríntios (11.23-25), o mesmo pregou sermão intitulado "Colocando o manancial em movimento através da Ceia do Senhor". Foi enfático na mensagem quando disse: "Sua missão de ser irmão para com o outro termina somente quando ele crescer na graça e conhecimento de Jesus. É necessário que o seu irmão cresça. É necessário você fazê-lo crescer!"
Nossa gratidão ao Conselho da I. P. Manancial pela abençoadora recepção, ao Rev. Carlos Esteves pelo convite para assumir o púlpito na ocasião e à igreja por proporcionar um momento tão agradável e glorificador ao Senhor Deus.
Que a benção de Deus esteja sempre sobre essa amada igreja e que o Espírito Santo torne-a um manancial corrente, abundante e renovador.
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sábado, 2 de julho de 2016

UM ALERTA AOS PRETENDENTES A MESTRES

Devocionais de Vitória

"Meus irmãos, não vos torneis, muitos de vós, mestres, sabendo que havemos de receber maior juízo" (Tiago 3.1).

O Senhor habilitou alguns no corpo de Cristo, a igreja, para o ofício de mestre. A quem é dado esse ministério, deve expor a Palavra com sabedoria e desenvoltura de forma a guardar a doutrina dos artifícios do enganoso coração humano. A igreja necessita de mestres. É necessário pedir a Deus que separe mais pessoas com esse ministério. Ao tratar dessa temática, Tiago confronta a busca desenfreada por esse ministério. Existe muita usurpação e muita pretensão no que diz respeito a função de mestre na igreja. A vã glória campeia nesse espaço! Tiago chama a atenção daqueles que pretendem tal ofício. O juízo de Deus pesará muito mais sobre quem assim se qualifica e é designado. O ofício de mestre é buscado e vivido sob o temor do Senhor. Não pense alguém que somente por ensinar a verdade será tido por inocente. O ensino da verdade torna o mestre muito mais condenável naquilo que ensina e pratica. A função de mestre não é uma redoma, mas uma balança. Todo cuidado é pouco quando se busca tal temeridade.



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"A função de mestre não é uma redoma, mas uma balança"

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Texto do Rev. Lucas Guimarães disponível em: Devocionais de Vitória
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ORGANIZAÇÃO DA IGREJA PRESBITERIANA DE BERTIOGA

No dia 06/10/19, em culto solene às 19h00, com preleção pelo Rev. Milton Ribeiro, foi organizada a oitava igreja do PRST. Agora deixa de se...

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